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HIV Teste rápido de AIDS deve ser vendido nas farmácias do Brasil.


Como já anunciando e esperado o teste de HIV deve chegar nas farmácia brasileira, neste ano de 2014, para facilitar o diagnóstico e antecipar o tratamento de pessoas que podem desenvolver a Aids. O teste é produzido pela Fundação Osvaldo Cruz ( Fiocruz), e o exame apresenta resultado em 20 minutos, basta coletar a saliva pela própria pessoa e o custo deverá ser menor de 10 reais. 


Quais a vantagem do teste?
A grande vantagem e que a pessoa pode fazer o teste sem a nescidade de pegar filas, e marcar consultas previa, nem ter locomover grande distancia para fazer o teste, e os teste podem chegar nais farmácia do interior, em cidade que não tem laboratório apropriado. Facilitando o diagnóstico.

Outra vantagem, é que a pessoa pode fazer o teste em casa, sem a necessidade de um argente de saúde, e dividir isso com ninguém. 

Melhorar a qualidade de vida, é proposta do Ministério da Saúde, e ajudar reduzir o risco de contágio, principalmente para parceiros fixos ou durante a gestação, quando o vírus pode passar da mãe para o bebê. Estima se que 150 mil pessoas tem a doença e não sabem que têm o vírus HIV. 

O exame é confiável?
Sim, pois é um exame produzido pela Fundação Osvaldo Cruz ( Fiocruz ), por sua história, passa toda a confiança, como é um teste de farmácia deve se orientar se bem como é procedimento para não ser erro, na hora da sua realização, e se der positivo o teste deve ser feito de novo, após 30 dias, ou ter uma contra prova, em um exame de laboratório.

Não deve, deixar de lado a prevenção pois esta é melhor forma de prevenir, o HIV, e o uso de preservativo é o meio mais seguro de evitar o contagio com o vírus. Mesmo se um casal, fizer o teste e o teste der negativo, o casal deve usar preservativo. 

Se o teste for POSITIVO? 
Busque apoio da sua família e dos amigos que você possa confiar ou que tenha mais confiança, ( grupos de apoio ), para trocar informações com outras pessoas que convivem com HIV e Aids. 

"Os Serviços de Atenção Especializada (SAE) são os locais mais indicados para obter as informações sobre HIV e aids, sua condição de saúde, o tratamento e os novos cuidados necessários. Encontre o SAE mais próximo de sua casa.
• Você tem o direito de tirar todas as dúvidas. Não volte para casa com preocupações.
• Sempre converse com um profissional, quando perceber alterações das suas condições de saúde.
• Procure não faltar às consultas. Se estiver tomando medicação, lembre de sempre tomá-la corretamente.


Misterio da Saúde possuem sua pagina para ajudar e orientar sobre HIV, Aidas, Hepatite Virais na pagina link a baixo.

Aids parte 2 vivendo com hiv.


Estima-se que 600 milno Brasil vivam com o HIV ou já tenham desenvolvido a aids. O HIV entra no  pessoas organismo humano e pode ficar incubado por muitos anos sem que o indivíduo apresente nenhum sintoma ou sinal de doença. Esse período gira em torno de oito anos. 


É muito importante que as pessoas que passaram por uma situação de risco façam o teste. Entre essas situações, estão: relação sexual com parceiros eventuais sem o uso de preservativos; compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis; transfusão de sangue contaminado pelo HIV; acidentes ocupacionais com objetos perfuro-cortantes que contenham material biológico de origem humana e presença de sangue ou fluidos contaminados pelo HIV; filho nascido de mãe portadora do HIV - quando não foi feita a prevenção de transmissão para o bebê - ou que tenha sido amamentado. 



No caso das gestantes, recomenda-se a realização do teste anti-HIV durante o pré-natal. Caso o resultado seja positivo, o atendimento pelo serviço de saúde é imprescindível para evitar a transmissão do HIV para o bebê durante a gestação ou a amamentação. 
O comparecimento periódico ao serviço de saúde de uma pessoa portadora do HIV, para os exames de rotina, solicitados pelo médico, possibilita precisar sobre o início do tratamento com os anti-retrovirais ou sua eventual modificação.TRATAMENTO E ACOMPANHAMENTO MÉDICO

Uma boa adesão ao tratamento - que significa tomar os medicamentos anti-retrovirais (ARV) nos horários recomendados, nas doses corretas e pelo tempo pré-estabelecido - é um dos fatores determinantes para garantir uma boa resposta do organismo à infecção pelo HIV. Além disso, é necessário que o indivíduo soropositivo ou com a aids desenvolvida seja constantemente monitorado pelo serviço de saúde.
O monitoramento consiste na realização de testes que possam avaliar a condição do sistema imunológico tanto do portador do vírus quanto do indivíduo com aids. Esses testes irão determinar se e quando esse indivíduo necessita iniciar ou modificar o tratamento com os anti-retrovirais. São eles: contagem CD4, células de defesa do organismo, quantificação viral do HIV-1 (carga viral) e o teste de genotipagem (usado quando existe falha da terapia anti-retroviral). O teste de carga viral mede a quantidade de partículas do HIV no sangue, auxiliando, assim, o profissional a decidir o melhor momento para iniciar o tratamento. No caso de pessoas que já se encontram tomando os medicamentos ARV, esse teste é útil para fazer o monitoramento da saúde do portador do vírus.
ALIMENTAÇÃO
Uma alimentação saudável aumenta a resistência à doença, fornecendo energia para suas atividades diárias e todos os elementos que o organismo necessita para um bom funcionamento. Além de tornar a pessoa mais forte e mais disposta, uma alimentação equilibrada fortalece o sistema de defesa (melhora os níveis de linfócitos TCD4), ajuda no controle das gorduras e açúcares do sangue, a absorção intestinal e melhora os resultados do tratamento.
A alimentação saudável é aquela que tem todos os alimentos que necessitamos, de forma variada e equilibrada. Para ter uma alimentação saudável, o ser humano precisa consumir alimentos de todos os grupos. São eles:
Os Carboidratos
Fornecem energia que precisamos para nossas atividades do dia-a-dia, como andar, falar, respirar etc. Exemplos: arroz, açúcar, massas, batata, mandioca, cereais, farinhas e pães.
As Proteínas
Todos os tecidos do corpo são formados por elas. Constroem, “consertam” e mantêm o corpo, além de aumentarem a resistência do organismo às infecções. São os principais componentes dos anticorpos e dos músculos. Elas são: animais (carnes bovinas, suína, frango, peixes, miúdos, ovos, leite, iogurtes e queijos) e vegetais (feijão, soja e derivados, castanhas, amendoim, amêndoa).
As GordurasFornecem energia. O corpo precisa delas em pequenas quantidades. Algumas vitaminas precisam delas para serem transportadas no organismo, assim como alguns medicamentos antirretrovirais também. São: manteiga, óleos, azeite de oliva, margarina, gordura animal (presente nas carnes).
Como se alimentar melhor
O ideal é fazer três refeições principais por dia, com dois ou três lanches nos intervalos. A alimentação deve ser balanceada, variada, dando preferência aos alimentos não industrializados (enlatados), sempre respeitando as características e hábitos de cada um. Deve ser priorizada a ingestão diária de frutas, verduras, legumes, alimentos integrais e carnes magras.  Frituras, gorduras e açúcares devem ser evitados.
O cuidado com os alimentosUm grande problema para as pessoas que vivem com HIV e aids são as doenças provocadas por alimentos contaminados, que podem causar vômitos, diarréias ou mesmo infecção intestinal. Veja alguns cuidados e dicas com os alimentos:
  • Antes de cozinhar, lave bem as mãos e os utensílios que for usar.
  • Não use copos ou pratos rachados, pois os germes se acumulam nas rachaduras.
  • O lixo deve estar bem tampado e longe dos alimentos.
  • Mantenha os alimentos fora do alcance dos insetos, roedores e outros animais. Cubra ou guarde em vasilhas bem fechadas.
  • Não consuma alimentos com alterações de cor ou cheiro.
  • Descongele as carnes na geladeira e não em temperatura ambiente. Evite comer carne crua.
  • O leite pasteurizado deve ser mantido na geladeira depois de aberto e preste atenção na validade. Se não for pasteurizado, deve ser fervido antes de usar.
  • Não coma ovos crus. Cozinhe até ficarem duros (6 a 8 minutos de fervura) ou frite até a gema ficar dura. Os ovos devem ser bem lavados com água e sabão, para evitar a contaminação com salmonella, que pode existir na casca.
  • Corte separados a carne e os vegetais. Lave a tábua. Prefira tábuas de plástico ou de vidro, evite a tábua de madeira.
A alimentação também é muito importante para ajudar a melhorar alguns sintomas ou efeitos colaterais que podem aparecer como consequência de alguns medicamentos, ou mesmo devido à ingestão de alimentos contaminados. Nos casos de aparecimento de náuseas, vômitos, diarréias, emagrecimento, suores noturnos e febre, por exemplo, a alimentação pode ser forte aliada e necessária para manter a hidratação do corpo e recuperar o bem estar. (link Dicas + Alimentação saudável)
ATIVIDADES FÍSICAS
A prática regular de exercícios estimula o sistema imunológico e é muito importante para as PVHA. Aumenta a disposição, a autoestima e ajuda a prevenir os problemas causados pela Lipodistrofia, como o afinamento de braços e pernas, o acúmulo de gordura no abdômen, e as doenças do coração.
Os exercícios físicos podem ser aeróbicos (como caminhada, bicicleta, dança, ginástica localizada, natação, hidroginástica, bicicletas ergométricas, esteiras) e de carga (musculação). Ambos são indicados para as pessoas que vivem com HIV e Aids, em função dos muitos benefícios para a saúde em geral e da prevenção de alguns efeitos colaterais.
Os exercícios aeróbicos oxigenam melhor o coração e os pulmões, diminuem o nível de colesterol e triglicérides e ajudam a queimar a gordura que se deposita na barriga. Os exercícios de carga, como a musculação, por exemplo, ajudam a manter a massa e a força muscular.
A caminhada é uma boa atividade aeróbica e só depende de você! Procure um local plano, sem subidas e descidas, para manter um ritmo constante. Ande mais depressa que o normal, mas sem correr. Comece com 10 minutos e vá aumentando aos poucos, conforme sua resistência, até chegar a 30 ou 45 minutos, pelo menos 3 vezes por semana.
Atenção: Antes de fazer qualquer tipo de exercício deve consultar seu médico! Ele irá avaliar sua condição clínica e liberar para a prática de atividades físicas. A prática de qualquer exercício, deve sempre contar com a orientação de um profissional qualificado, da educação física ou fisioterapia.
Os benefícios físicos dos exercícios são: coração e pulmões funcionando melhor, músculos maiores e mais fortes, ossos mais fortes, maior coordenação e flexibilidade, maior resistência (melhora os níveis de CD4+), o sistema digestivo funciona melhor, com maior aproveitamento dos alimentos e medicações.
Os benefícios psicológicos dos exercícios são: aumenta a auto-estima, alivia o estresse, melhora a depressão, o convívio social e a ansiedade.
RELACIONAMENTO PESSOAL E SOCIAL
O portador do HIV deve levar uma vida normal, como qualquer outro indivíduo, tanto profissional quanto pessoalmente, podendo trabalhar normalmente, praticar esportes, ir a festas, frequentar bares, shoppings, clubes e se relacionar com as pessoas,social e afetivamente.
Cuidados especiais devem ser tomados apenas nos relacionamentos sexuais a fim de evitar a transmissão do vírus para outras pessoas. Por isso, o uso do preservativo é imprescindível em todas as relações sexuais!
Está comprovado que a continuidade da vida social e a adesão adequada ao tratamento resultam na melhora da qualidade de vida e na resposta ao tratamento das pessoas que vivem com HIV e aids.
Mais informação: Add comunidade do orkut Fique Sabendo Hiv / Aids.

HIV vírus da imunodeficiência humana

Hiv Aids
O Fala Tudo, como se prevenir, tratar e saber se esta com Aids?
Neste Postagens vou tentar aprofundar bem no tema, com uma abordagem bem direta. 

Pelo menos 140 mil novos casos de aids foram registrados na América Latina em 2007, último ano para o qual há dados. Com isso, o número de soropositivos na região chega a 1,7 milhão de pessoas.

No mesmo período, mais de 60 mil pessoas morreram por causa da doença, acrescenta o relatório. [...]

Vídeo, uma boa matéria no assunto.




O tema é algo serio então não vou usar termos muito pesado, e nem imagem forte.

Como funciona a infecção por HIV?

O vírus entra no corpo. E ataca os glóbulos brancos (linfócitos T4), que são muito importantes na defesa imunológica do organismo. Esta situação pode se prolongar meses ou anos, sem nenhum sinal aparente da doença. Nosso organismo já está infectado pelo HIV mas a doença ainda não se manifestou. Pessoas neste estágio de infecção são chamadas de "soropositivos, assintomáticos", e podem infectar:
          * os parceiros sexuais;
  • * aqueles ou aquelas com quem compartilhamos o uso de seringa;


  • * a mulher grávida pode passar para a criança.



  • Às vezes o vírus - por razões ainda mal conhecidas - pode se tornar "ativo", se reproduzindo dentro de T4 e liberando uma grande quantidade de vírus infectando outros linfócitos T4 (glóbulos brancos). Quando um número importante de células T4 são destruídas por conseqüência da infecção pelo vírus, as defesas imunitárias do organismo se debilitam. É nesse momento que aparecem os sintomas da doença:
    febre persistente, diarréia prolongada, erupções cutâneas;
  • * emagrecimento sem causa aparente;




  • * infecções "oportunistas" devido à multiplicação de germes com os quais normalmente vivemos sem perigo;




  • * câncer de pele (sarcoma de Kaposi);




  • * gânglios.



  • O que quer dizer "ser soropositivo"?
    Quer dizer que a pessoa é portadora do vírus e que o organismo fabricou um mecanismo de defesa: os anticorpos. São esses anticorpos que são detectados no teste.
    A "soropositividade" apenas mostra a presença do vírus no organismo; não significa estar doente com a AIDS. Na maioria das vezes o soropositivo não apresenta nenhum sinal da doença.

    O que quer dizer "soroconversão"?
    Este ponto é muito importante. Uma pessoa pode estar com o vírus e apresentar um teste negativo. Por quê? O teste sempre mostra os anticorpos reagindo ao vírus, e não o vírus propriamente. Se o organismo não teve tempo de fabricar estes anticorpos, não vai aparecer nada no teste. O período de fabricação de anticorpos suficientes para serem detectados no teste é de aproximadamente 3 meses (para a maioria das pessoas). Isto é "soroconversão".

    A partir de que momento passamos do estágio de "soropositivos" para a doença AIDS?
    Após um período que dura geralmente muitos anos. Os vírus que "dominam" nas células acordam e destroem progressivamente o sistema de defesa do organismo. O debilitamento das defesas imunológicas acarreta a aparição de alguns dos sintomas já mencionados.

    Ser "soropositivo" significa que vamos obrigatoriamente desenvolver a AIDS?
    A evolução da infecção pelo HIV não é a mesma para todos. Alguns indivíduos são "soropositivos" há muitos anos e continuam aparentemente bem.
    Na maioria dos casos, a doença AIDS só aparece num período de 8 a 10 anos. Estas estimativas variam na medida em que conhecemos melhor a doença e seus tratamentos. Parece que certos elementos apressam o aparecimento da doença:
               a recontaminação do indivíduo pelo HIV;
  •  a infecção simultânea por outros germes.



  •            Poderiam também existir fatores desconhecidos, como a virulência maior ou menor do HIV?

    Como se transmite o vírus?
    O vírus está presente em líquidos secretados pelo organismo de pessoas contaminadas: sangue, esperma, e secreções vaginais. Só nestes três casos ocorre a transmissão.
    O vírus está em outros líqüidos (saliva, lágrimas, urina e suor), mas a quantidade é tão pequena que não apresenta riscos de transmissão.
    A transmissão só é possível se existe penetração do líqüido contaminado no organismo sadio. Devem se cumprir obrigatoriamente 2 condições:
    a) O vírus tem que estar em quantidade suficientemente importante no líqüido contaminante.
    b) O vírus tem que encontrar uma porta de entrada para penetrar no organismo. As portas de entrada podem ser lesões das mucosas (genital, anal, bucal) ou lesões de pele.

    Em que casos é possível a transmissão?
    Transmissão sangüínea: troca de seringas em caso de toxicomania, por via intravenosa (picadas) e transfusões de sangue recebidas até junho de 1987 (até esta data não existia a obrigatoriedade de testes anti-HIV nos bancos de sangue).
    Transmissão sexual: esperma, mas também líqüido prostático, secreções vaginais e sangue menstrual.
  • As práticas que colocam em contato mucosas com secreções genitais contaminadas são de alto risco.



  • Transmissão feto-materna: durante a gravidez, através da placenta, ou durante o parto.


  • O que não pode contaminar:
    A saliva, lágrimas, suor, urina; não são contaminantes já que tem o vírus em pouca quantidade. Nunca houve um caso de transmissão por estes líqüidos, inclusive nas famílias que convivem com "soropositivos".
    O que é possível, porém raro:
    Os contatos boca-sexo podem ser contaminantes, se existir contatos entre secreções sexuais e úlceras bucais.
    • Aleitamento materno de uma mãe "soropositiva" pode ser uma fonte de contaminação.
    Como saber se somos "soropositivos"?


    Fazendo um teste anti-HIV a partir de uma coleta de sangue. A presença de anticorpos específicos é a prova da infecção pelo vírus.


    Por que procurar saber se somos "soropositivos"?
    Evitar a recontaminação, isto é, contaminações repetidas por HIV ou outras infecções que aceleram a passagem e a evolução para a doença AIDS.
    • Ter acompanhamento médico regular. Um tratamento precoce retarda a evolução para a doença e permite tratar as infecções para evitar complicações graves. Ter acesso à profilaxia primária das infecções mais freqüentes, aumentando deste modo a sobrevida.
    • Tomar todas as precauções necessárias para não contaminar os parceiros sexuais.
    • Evitar a gravidez com conhecimento de causa, evitando ficar grávida ao saber que é "soropositiva".
    O teste anti-HIV pode ser pedido por um médico, mas não pode ser feito em nenhum caso sem o consentimento da pessoa.


    Existem riscos de contaminação na vida cotidiana?
    Não. O vírus não se transmite pelo ar, nem por via subcutânea, nem por saliva, nem por lágrimasss, nem por suor ou urina.
    • Então não precisamos temer contatos como: dar a mão, beijo, lágrimas, talheres mal lavados, comer junto com um "soropositivo", lençóis, telefones públicos, transportes comunitários, cinemas, quadras esportivas, escolas, local de trabalho, visitas a hospitais ou a médicos.
    • Os desinfetantes clorados utilizados nas instalações públicas são eficazes para destruir o vírus (piscinas, duchas, banheiros).
    Podemos nos contaminar por atos médicos ou paramédicos?
    As consultas médicas, a acupunturistas ou a dentistas são sem riscos, já que eles aplicam medidas de higiene. Quando são tomadas as precauções (esterilização ou utilização de material descartável), não se deve ter medo de tatuagens ou furos nas orelhas. Se recomenda ter certeza que a desinfecção praticada é adequada. Não existe risco com instrumentos de cabeleireiro e manicure, desde que o material de desinfecção também seja desinfetado com cândida ou Q-boa.


    O sangue de menstruação nos banheiros públicos pode ser contaminante?
    Poderia ser, mas seria necessário que o sangue entrasse diretamente em contato com mucosas ou feridas cutâneas.
    Eliminamos facilmente esse risco respeitando as regras de higiene na utilização de banheiros públicos:
    • Evitar sentar diretamente no assento;
    • Lavar as mãos com água e sabão na saída.
    Se a tampa do vaso sanitário estiver suja de sangue, a limpeza com detergentes clorados (Cândida) é suficiente para garantir uma desinfecção satisfatória.


    Os animais domésticos podem transmitir o vírus?
    Não. O vírus da AIDS não se desenvolve nesses animais.


    Podemos ser contaminados por uma picada de inseto?
    Não. Não existe nenhum caso de contaminação por esta via.


    A mordida de uma pessoa "soropositiva" representa algum risco?
    Não. Seria necessário uma circunstância excepcional: para que a mordida seja perigosa, deve ser profunda até o sangramento e a pessoa contaminada deve ter também sangue na boca.


    Não existe nenhum risco na vida cotidiana. As regras de higiene habituais são suficientes. Como, por exemplo, não compartilhar a mesma escova de dentes ou aparelho de barbear.

    Como podemos nos contaminar?

    Todo ato sexual com um parceiro portador do vírus pode ser contaminante, desde que exista penetração vaginal ou anal.
    O HIV está presente:
    No homem: no esperma e também nas secreções prostáticas (líqüido seminal) que existe antes da ejaculação.
    • Na mulher: nas secreções do colo uterino e da vagina, assim como no sangue menstrual.
    A contaminação sexual pode ocorrer nos relacionamentos entre homem e mulher (relacionamento heterossexual) e nas relações entre homens (relacionamento homossexual).


    Quais são as práticas de risco?
    Toda prática sexual sem a proteção de uma camisinha é de risco.
    A penetração anal (sodomia) é uma prática de alto risco tanto para o homem quanto para a mulher. A mucosa anal é facilmente traumatizada por uma penetração.
    Na penetração vaginal o risco de contaminação é maior se ela for acompanhada por gestos suscetíveis de provocar feridas. O risco de contaminação é maior para as mulheres do que para os homens, na medida que a penetração fere mais facilmente a mucosa vaginal que a do pênis. O risco aumenta se a mucosa estiver irritada pela presença de uma doença venérea, ou durante a menstruação.
    Nos contatos boca-sexo masculino (felatio), boca-sexo feminino (cunilingus) e boca anus (anulingus), o risco de contaminação é mal conhecido. Existe porém um risco porque as secreções sexuais contaminadas podem entrar em contato com uma ferida na boca.


    O que chamamos de parceiros de risco?
    Não existem parceiros de risco, mas pessoas com comportamento de risco. (contatos sexuais sem proteção, multiplicidade de parceiros, uso de droga por via endovenosa). Como não conhecemos sempre os comportamentos de nossos parceiros, é necessário adotar, em todos os casos, medidas de prevenção (uso de camisinha e não dividir seringas, por exemplo).


    Podemos ser contaminados por um único contato sexual?
    Sim. Um único contato não protegido é suficiente, na medida em que não podemos nunca afirmar que o parceiro não está contaminado. A multiplicidade de parceiros multiplica os riscos de exposição ao vírus.


    O beijo profundo pode ser contaminate?
    Não. Não existe nenhum caso de contaminação conhecida por esta via. Em um beijo amoroso existe intercâmbio de saliva, mas a saliva não contém vírus suficiente para contaminar.


    Como avaliar os "riscos" representados por um parceiro?
    Não existe nenhum meio de quantificar os riscos com certeza. A utilização de uma camisinha é o único caminho para eliminar os riscos de uma contaminação. Quando a relação é estável, a realização do teste de triagem feito pelos dois parceiros pode permitir pensar no abandono da camisinha.


    Pode haver contaminação por um estupro?


    Sim, se o agressor for "soropositivo" e o estupro provocar lesões nas vias genitais que favorecem a penetração do vírus. É recomendável que a vítima faça um teste o mais rápido possível (para demonstrar que não tinha nada antes do estupro) e outro teste 3 meses mais tarde, a procura de uma possível contaminação.


    A grande maioria das pessoas foram contaminadas através do relacionamento sexual.
    • O parceiro contaminante pode demonstrar que é "soropositivo".
    • Todo relacionamento sexual não protegido representa riscos de contaminação.
    O que é "safe sex" ou "sexo seguro?
    É o conjunto de práticas que permitem ter relações sexuais evitando os riscos da contaminação. Alguns exemplos:
    • Recorrer a prática sem risco tais como as carícias e masturbação mútuas, já que a relação amorosa não se resume na penetração;
    • Utilização sistemática de camisinha nas práticas sexuais de risco (penetração anal e vaginal).
    Existem outros meios, além da camisinha, para se proteger?


    Não. Atualmente, se a escolha for ter relações sexuais com penetração, a camisinha é o único meio de prevenção existente.


    Como é a contaminação através do sangue?
    Pode dar-se de 3 maneiras:
    • Por injeções intravenosas com material contaminado;
    • Por transfusões de produtos sangüíneos, anteriores a 1987;
    • Excepcionalmente, por picadas ou ferimentos acidentais com objetos sujos com sangue contaminado. Não existem mais de 30 casos em todo o mundo desde o começo da epidemia por este tipo de contaminação.
    Por que os toxicômanos por via intravenosa são particularmente expostos à contaminação pelo vírus?
    A transmissão do vírus se faz através de agulhas e seringas sujas de sangue. Ninguém se injeta drogas "pesadas" sem ter sido iniciado. E o intercâmbio de seringas é, freqüentemente, parte do ritual de iniciação. Além do mais, a utilização de substâncias que modificam a vigilância pode nos deixar indiferentes às medidas de prevenção. Falando claro: quando alguém fica "doidão", os cuidados ficam quase sempre nulos.

    Existem atualmente riscos de transmissão do vírus devido a uma transfusão?

    Desde 1987 os testes de triagem para HIV são obrigatórios em todos os doadores de sangue. Somente os negativos são utilizados para transfusão. Em razão do período de soroconversão, o risco não pode ser completamente descartado, já que um doador recentemente infectado pode ter um teste ainda negativo. O risco residual é mínimo e a eventualidade da transmissão do vírus seria excepcional. Para diminuí-la ainda mais, os médicos estão limitando a prescrição de transfusão à indicações indispensáveis.


    Como evitar o risco mínimo da transfusão de sangue ou seus derivados?
    Através da autotransfusão, que é uma transfusão a partir de seu próprio sangue. Podemos recorrer à autotransfusão quando uma intervenção cirúrgica pode ser prevista com antecedência. A pessoa armazena seu próprio sangue nos dias precedentes à cirurgia.


    O que é transfusão parental?
    Quando recorremos a um doador da nossa própria família. Necessitamos encontrar um doador compatível, o que não é sempre possível.
    Talvez você saber mais: Vivendo com Aids / HIV